Melhora a gestão do inventário para a produção

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A gestão de inventário para a indústria transformadora consiste em supervisionar a encomenda, o armazenamento e a utilização de materiais, componentes e produtos acabados de forma eficiente.

Evitar penalizações por atrasos no fabrico é uma das maiores prioridades dos planeadores de produção. Imagina que estás a supervisionar um projeto crucial para um cliente importante. Tudo parece estar no bom caminho até que te apercebes que falta um componente crítico no teu inventário e tens de parar essa encomenda. Faz chamadas telefónicas frenéticas para os fornecedores para ver se é possível obter esse material, mas ele só chegará daqui a semanas. Agora, não só os prazos não são cumpridos, como também a empresa enfrenta pesadas penalizações, danos à reputação e, pior de tudo, um cliente insatisfeito.

Parece-te familiar? Se trabalhas na indústria transformadora, é provável que já tenhas enfrentado este cenário de pesadelo mais do que uma vez. A má gestão do inventário na indústria transformadora, criada por erros de planeamento manual, falta de dados em tempo real e outros, pode levar a rupturas de stock dispendiosas ou a excesso de stock, o que pode lançar no caos até as operações mais organizadas. Eis a boa notícia: este pesadelo é totalmente evitável.

Neste artigo, vamos explorar a razão pela qual a gestão de inventário na indústria transformadora é tão essencial, as ferramentas e estratégias que pode utilizar para a melhorar e como a adoção das práticas corretas pode ajudá-lo a evitar erros dispendiosos e a garantir que as suas operações funcionam como um relógio.

O que é a gestão de stocks para a indústria?

A gestão de inventário para o fabrico é o processo de supervisão da encomenda, armazenamento e utilização de matérias-primas, componentes e produtos acabados. Este processo inclui o acompanhamento dos níveis de inventário, a gestão das localizações dos stocks e a garantia de que os produtos certos estão disponíveis quando são necessários. Esta abordagem permite que os fabricantes mantenham o equilíbrio, evitando rupturas de stock, excesso de stock ou inventário obsoleto nas prateleiras sem qualquer finalidade.

Deum modo geral, a gestão de inventário para a indústria transformadora é mais do que apenas manter o controlo do que está disponível. Trata-se de compreender todo o ciclo de vida dos materiais e produtos, desde que entram nas instalações até que saem como produtos acabados prontos para serem entregues ao cliente.

Uma boa gestão de inventário está alinhada com a previsão da procura, a coordenação e a comunicação com os fornecedores e a garantia de que os planos de produção decorrem sem problemas e sem atrasos. Felizmente, uma das vantagens de um sistema APS é que ajuda a melhorar a gestão do inventário e facilita este processo. Esta abordagem ajuda a controlar e a reduzir os custos, apoia uma programação da produção mais suave e melhora a satisfação do cliente, conduzindo a um crescimento empresarial a longo prazo.

Como funciona a gestão de stocks na indústria transformadora?

  1. Receção de inventário: O processo começa quando o inventário é recebido dos fornecedores. Os produtos recebidos são inspeccionados para garantir a sua qualidade e precisão. A comparação das quantidades entregues com as ordens de compra é crucial para evitar atrasos na produção.
  2. Armazenamento do inventário: Após a inspeção, os produtos são armazenados nas áreas designadas. Uma organização adequada nesta fase garante uma recuperação rápida e fácil quando necessário.
  3. Gestão de encomendas de clientes: Quando os clientes fazem encomendas, a pessoa responsável controla e atribui o inventário. Isto envolve a atualização dos níveis de stock e a preparação dos itens necessários para o cumprimento.
  4. Cumprimento e envio de encomendas: O passo seguinte consiste em selecionar, embalar e enviar os produtos corretos aos clientes. O cumprimento atempado ajuda a manter a satisfação do cliente, constrói uma boa reputação e evita penalizações por atrasos.
  5. Auditoria de inventário: As auditorias regulares garantem que o inventário físico corresponde aos registos do sistema. As auditorias ajudam a evitar problemas como o excesso de stock, a falta de inventário ou a perda de artigos.
  6. Reordenação do inventário: O passo final envolve a reordenação do stock quando os níveis atingem um limite predefinido. Isto assegura que os materiais são reabastecidos antes de se esgotarem, mantendo a produção a funcionar sem interrupções.

Quais são os 5 elementos da gestão de stocks?

Previsão da procura: Trata-se de prever o que os clientes vão querer no futuro. Estuda as tendências e os dados para calcular a quantidade de um produto que as pessoas vão comprar, para que a empresa não fique com muito ou pouco.

Planeamento do inventário: Aqui, trata-se de descobrir exatamente a quantidade de produto que precisas de ter à mão. Não queres ficar sem produto, mas também não queres ter demasiado à mão. Considera aspectos como o tempo que demora a obter mais, ter um pouco mais por precaução e a frequência com que precisa de voltar a encomendar.

Acompanhamento e controlo do inventário: Isto significa que tens de estar sempre atento ao que está em stock. Controla o que entra e o que sai e certifica-se de que nada se perde ou é roubado. Se alguma coisa não estiver bem, repara-a.

Compras: Esta é basicamente a parte das compras. Encomenda o que precisa para manter a empresa a funcionar corretamente. Certifica-se de que os produtos chegam dos seus fornecedores até si e estão prontos para satisfazer a procura dos clientes.

Otimização do inventário: Trata-se de garantir que o teu funcionamento é eficiente. Procura formas de gastar menos em inventário, mas mantendo as coisas a andar rapidamente. Talvez reduzas a quantidade de material armazenado ou encontres uma forma de vender as coisas mais rapidamente, seja através de negócios ou simplificando a forma como são feitas. O objetivo é poupar dinheiro e aumentar as vendas!

3 técnicas utilizadas para a gestão de stocks

Estratégia Push: É quando as empresas se abastecem de produtos com base em previsões de procura. Prevê o que os clientes vão precisar; um exemplo fácil seria uma loja encomendar muitos grelhadores no verão. Funciona bem se conseguires prever a procura com precisão.

Estratégia pull: Aqui, as empresas só encomendam produtos quando os clientes os compram, tal como os vestidos de noiva são feitos depois de a noiva os encomendar. É excelente para artigos especiais ou caros, mas não para produtos do dia a dia que as pessoas querem rapidamente.

Estratégia Just-in-Time (JIT): Esta estratégia tem tudo a ver com ser inovador e eficiente. Não gastas dinheiro nem ocupas espaço com coisas de que ainda não precisas. Em vez disso, encomenda ou fabrica produtos apenas quando estiveres pronto para os vender. O JIT ajuda a poupar dinheiro e evita ter coisas a mais por aí. No entanto, a desvantagem é que podes ficar sem stock se os teus fornecedores não forem fiáveis, o que significa clientes insatisfeitos. Por isso, funciona muito bem quando tudo corre bem, mas precisas de ter tudo a tempo.

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7 dicas para agilizar a gestão do inventário

Define níveis mínimos de stock

Esta é uma das regras básicas que todos os fabricantes devem seguir, uma vez que nunca queres ser tu a dizer a um cliente: “Lamento, mas não temos essa peça crucial”. Define níveis mínimos de stock para todos os materiais e produtos chave para evitar desastres como este. Quando o stock ficar abaixo deste nível, faz uma encomenda antes que seja tarde demais. É como reabastecer o teu carro antes de a luz acender – é sempre melhor prevenir do que entrar em pânico!

Compreende a tua cadeia de fornecimento

Não podes gerir o que não conheces. A tua cadeia de fornecimento é como o GPS do teu inventário, por isso mapeia-a. Sabe de onde vêm as tuas matérias-primas, quanto tempo demora a obtê-las e o que pode causar atrasos. Os contratempos da cadeia de fornecimento acontecem, mas estar ciente do processo vai ajudar-te a evitar alguns desses imprevistos na estrada.

Acompanha todas as informações do produto

Os pormenores são importantes. Para cada item do teu inventário, controla o SKU, o fornecedor, o país de origem e tudo o mais que possa afetar a disponibilidade ou o preço. Desta forma, quando um item se torna mais caro ou mais complicado de obter, podes ajustar as tuas encomendas em conformidade. Melhora a gestão do inventário conhecendo todos os pormenores para que possas agir rapidamente quando as coisas mudam.

Retira o inventário obsoleto ou de baixa rotatividade

Esta é difícil, mas sê implacável. Se o inventário não se move, é apenas um peso morto. Mantê-lo por perto só causa custos e prejudica a utilização do espaço no teu armazém. Identifica os artigos de movimento lento e elimina-os. Usa descontos e promoções, ou junta-os a outros artigos. Liberta esse espaço nas prateleiras e dedica os teus recursos ao que está a vender.

Audita o teu inventário regularmente

Aqui está uma dica que separa os bons dos grandes: faz uma auditoria ao teu inventário regularmente. Podes pensar que está tudo em ordem, mas nunca sabes o que está realmente nas prateleiras até verificares. As auditorias regulares ajudam-te a detetar discrepâncias antes que se tornem problemas maiores. Pensa nisto como verificar a tua conta bancária – é melhor detetar pequenos problemas cedo do que ser apanhado de surpresa por um grande problema.

Sê consistente com a entrada em armazém

Quando chega um novo inventário, é tentador simplesmente atirá-lo para as prateleiras e seguir em frente. No entanto, os processos de receção inconsistentes podem estragar os teus números. Treina a tua equipa para lidar com o stock sempre da mesma forma. Conta, inspecciona e regista tudo corretamente. Esta pequena disciplina pode ajudar-te a melhorar a gestão do inventário, garantindo que tudo está onde deve estar.

Utiliza as ferramentas certas

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